Estou desencaixotando algumas linhas da minha mente para acomodá-los melhor! Enquanto ainda não tenho assentos frasais devidamente confortáveis, pega aquela almofada de idéias, se achega à sala da lareira e troca uma idéia comigo!
É eu sei, está meio escuro por aqui, tenho que abrir as janelas e colocar spots novos... é que, também, Curitiba está com um ar sonolento e nublado, daquele tipo gostoso para uma pipoca ou chimarrão.
Vou fazer o seguinte, para início, continuar o calor e aconchego da minha antiga casa (vocês, meus caros, estão inclusos!) para aquecer esta nova!
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ONDA DE CALOR
ONDA DE CALOR

Imagens, sons, visitas, garridices...
Uma centelha. O novo, antes vago.
Uma simples e benéfica mudança.
Re inicio. Parece-lhe um desagrado?
Espera[nça]. Jovem, nosso, lar.
Se no jardim me ponho, apenas cavo.
Para uma flor, duas ou três, ramos...
Com alegria meu tempo salvo.
Uma varanda, um embalo de cadeira.
Na lareira continua aquele estalo
Daquele calor que eu trago acá.
O mesmo fogo brandindo, mas calmo.
Nas paredes os mesmos novos quadros.
E a ti, amigo, minhas portas abro.

Um comentário:
Saudades de te ler!
Beijos
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